A Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB), de acordo com uma matéria do Jornal Contábil, divulgou uma nota em que comenta recentes casos de golpes envolvendo Bitcoins, classificando-os como “exceções”.

De acordo com a nota, nenhuma das empresas citadas em matérias recentes faz parte do quadro de associados da ABCB, que destaca que “práticas abusivas, em qualquer atividade, precisam ser investigadas e seus responsáveis, punidos”.



Ainda de acordo com a publicação, a Associação acredita que o mercado é formado “majoritariamente por empresas sérias, inovadoras e dispostas a investir na economia do país”, que não  podem “ser confundidas com uns poucos aproveitadores”.

A ABCB informa também que, por iniciativa própria, se reuniu com órgãos públicos como Ministério Público, Banco Central, Receita Federal e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), buscando “formas de amadurecer esse mercado, incluindo, claro, possíveis ferramentas de combate às atividades criminosas envolvendo criptoativos”, além de manter diálogo com parlamentares sobre o assunto.

A ABCB nasceu em abril de 2018 e é a primeira associação do setor de criptomoedas e blockchain do Brasil, criada com o objetivo de informar a sociedade, debater soluções com as autoridades e criar um marco regulatório para este novo setor da economia que possui milhões de usuários em todo o mundo e um grupo significativo no Brasil.

Conta com associados como a Atlas Quantum, 3XBit, AllcoinWallet, Pundi X, entre outros.