Na última terça-feira (6), a IBM registrou um pedido de patente no Patent and Trademark Office dos Estados Unidos que descreve um navegador de web baseado em blockchain, segundo informou o Coindesk.



De acordo com as informações, o navegador coleta informações pré-especificadas de sessões de navegação na web, que são então transferidas para uma rede de nós peer-to-peer para coleta e armazenamento. A coleta de informações  depende do tipo de experiência de navegação escolhida. Navegar em um computador de trabalho versus um navegador pessoal exigiria configurações diferentes, por exemplo.

Tipos de informações de sessão potencialmente armazenáveis ​​incluem quais sites visitados, marcadores, desempenho de tarefas, geolocalização, instalação de plugin e patches de segurança.

A empresa afirma que um navegador baseado em blockchain “oferece um sistema para armazenar informações de navegação de forma que a privacidade seja preservada e coloque a privacidade nas ‘mãos de um usuário’ em vez de em terceiros”.



Um caso de uso em potencial que o documento inclui, entre outros, é um ataque ao navegador de um computador. Se garantido pela tecnologia blockchain, um backup viável de todas as informações do usuário estará disponível.

Curiosamente, a IBM incluiu um token em seu modelo e apontou que os tokens irão verificar as atividades de uma sessão de navegador do usuário, à medida que são empacotadas em blocos para a rede ponto a ponto.

O conceito de navegador da web blockchain da IBM não é o único no campo, no entanto.

A empresa Opera lançou seu navegador iOS Touch Opera em junho. Criado para a Web 3.0, o Opera Touch possui uma carteira de criptomoeda integrada e se conecta perfeitamente a aplicativos Web 3.0, incluindo tokens ERC-20.